terça-feira, 21 de dezembro de 2010

amor.... amor...

oi pessoas

aiai, hoje eu falei com o pestinha, acho q amo aquele danado...
ele é tão lindo... tão fofo...
eu disse a ele q tava morrendo de saudade e ele disse "eu tbm, morreeeeeendo" assim, com todos esses "E's" mesmo... fikei feliz por isso, fikei triste por ele ser um cabeça oca e a gente não estar junto.
ele disse q se me ver, vai querer dar pelo menos um beijo em mim, e isso não pode...
pq a gente combinou de não ficar mais e tals... e eu tontona fikei feliz por saber q ele ainda tem vontade de me beijar... assim como eu...
que historia louca... por causa dele começo a acreditar em destino... por causa dele começo a acreditar em "amor da vida de alguem"... por causa dele aceitaria abandonar minha tão amada solteirisse... aiai pessoas
o q eu faço?

amo amo amo...

deixo um poeminha (inha por assim dizer neh... é um dos mais pelos trabalhos na realidade) que vem muito a calhar.

    Soneto 4

    Amor é fogo que arde sem se ver;
    É ferida que dói e não se sente;
    É um contentamento descontente;
    É dor que desatina sem doer;

    É um não querer mais que bem querer;
    É solitário andar por entre a gente;
    É um não contentar-se de contente;
    É um cuidar que se ganha em se perder;

    É querer estar preso por vontade;
    É servir a quem vence, o vencedor
    É ter com quem nos mata, lealdade.

    Mas como causar pode seu favor
    Nos corações humanos amizade
    Se tão contrário a si é o mesmo Amor?I

    Luiz Vaz de Camões



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